INDIANA JONES (OU QUASE)

 

 

Eu costumava ser um designer com uma índole agressiva e um coração cheio de inveja. Um caldo turvo infernal de frustração reprimida, energia nervosa, cafeína e álcool.

Durante toda minha infância sonhei em ser arqueólogo. Ouvia histórias do meu pai sobre as Linhas de Nazca, mirabolava teorias sobre Atlântida e sonhava desmatar meia Amazônia para encontrar Eldorado.

Muito por conta desse desejo por aventuras, me tornei alguém com total incapacidade de dizer não a qualquer mínima chance de conhecer um lugar novo. Foi carregando minha mochila nas costas que descobri meu lugar preferido no mundo: a estrada.

Fascinado por história, geopolítica e lendas, tenho pra mim que explorar o mundo e suas diversidades é a melhor forma para aprender, derrubar preconceitos, relativizar e fazer desse um lugar melhor.

– Guilherme, março de 2016.

 

 

Guilherme Hoefelmann é designer industrial por formação e gráfico por profissão. Já viajou parte da América do Sul a pé, a Europa de trem e percorreu 10 mil quilômetros de carona pela Argentina. Em 2016 morou em Ushuaia, cidade mais austral do mundo, e atualmente vive um caso de amor e ódio com a Índia. Torcedor do Grêmio e presa fácil pra qualquer cerveja, sabe que não vai mudar o mundo, mas acha que pode tentar.

Guilherme Hoefelmann
Baln. Camboriú, SC . Brasil

Não sou jornalista, não sou correspondente internacional. Na melhor das hipóteses, sou apenas um entusiasta. Seja bem-vindo ao Não Me Espera Pro Jantar.

Viva novas aventuras!
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